Leitura clínica
Comentário
É um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) derivado do ácido propiônico. Utiliza-se por via oral em transtornos musculoesqueléticos e articulares (espondilite anquilosante, osteoartrite, artrite reumatoide), em distensões, dor pós-operatória, na dismenorreia e enxaqueca. Também em forma de pastilhas para alívio sintomático da dor de garganta e em colírio para transtornos inflamatórios oculares. É excretado no leite materno em quantidade clinicamente não significativa ou indetectável. (Smith 1989, Cox 1987) Não foram observados problemas de icterícia em recém-nascidos cujas mães o tomavam. (Fu 2020) Diversas sociedades médicas e autores especialistas consideram seguro o uso desta medicação durante a amamentação. (Briggs 2015, Sachs 2013, Lee 1993, Goldsmith 1989, Needs 1985) Pode consultar abaixo a informação destes produtos relacionados: Artrite Reumatoide (AR) Materna (Bastante seguro. Efeitos adversos leves ou pouco prováveis. Compatível em determinadas circunstâncias. Acompanhamento recomendado. Leia o Comentário.) Enxaqueca (Produto seguro e / ou a amamentação é a melhor opção.)
Encontrabilidade
Outros nomes e marcas
Sinônimos e grafias 6
- Φλουρβιπροφαίνη
- فلوربيبروفان
- Флурбипрофен
- 氟比洛芬
- フルルビプロフェン
- M01AE09; M02AA19; R02AX01; S01BC04
Marcas comerciais na fonte 30
- Angifen
- Ansaid
- Benactiv
- Clinadol
- Distex
- Edolfene
- Evril
- Flubifix
- Flurben
- Flurbic
- Flurbixim
- Flurofen
- Fluroptic
- Froben
- Graneodin F
- Lizifen
- Ocufen
- Ocuflur
- Raxtan (Ракстан)
- Sorenex
- Straben
- Strefen
- Strepfen
- Strepfen (Стрепфен)
- Strepsils (Austria, Brasil)
- Strepsils Intensive
- Tantum Activ Gola
- Targus
- Tolerane
- Transact Lat
Dados da fonte
Farmacocinética
| Variável | Valor | Unidade |
|---|---|---|
| Biodisp. oral | 100 | % |
| Peso Molecular | 244 | daltons |
| Unión proteínas | 99 | % |
| Vd | 0,2 | l/Kg |
| Tmax | 0,5 - 4 | horas |
| T½ | 4,7 - 5,7 | horas |
| Índice L/P | 0,008 - 0,01 | - |
| Dosis Teórica | 0,01 - 0,002 | mg/Kg/d |
| Dosis Relativa | 0,1 - 0,5 | % |
Rastreabilidade
Bibliografia
- Fu SC, Wang CY, Lin CK. Do postpartum nonsteroidal antiinflammatory drugs (NSAIDs) affect neonatal hyperbilirubinaemia? Taiwan J Obstet Gynecol. 2020 Nov;59(6):891-894. Resumen Texto completo (enlace a fuente original)
- Briggs GG, Freeman RK, Towers CV, Forinash AB. Drugs in Pregnancy and Lactation: A Reference Guide to Fetal and Neonatal Risk. Wolters Kluwer Health. Tenth edition (acces on line) 2015
- Sachs HC; Committee On Drugs. The transfer of drugs and therapeutics into human breast milk: an update on selected topics. Pediatrics. 2013 Sep;132(3):e796-809. Resumen Texto completo (enlace a fuente original) Texto completo (en nuestros servidores)
- Davies NM. Clinical pharmacokinetics of flurbiprofen and its enantiomers. Clin Pharmacokinet. 1995 Resumen
- Lee JJ, Rubin AP. Breast feeding and anaesthesia. Anaesthesia. 1993 Jul;48(7):616-25. Review. Resumen Texto completo (enlace a fuente original) Texto completo (en nuestros servidores)
- Smith IJ, Hinson JL, Johnson VA, Brown RD, Cook SM, Whitt RT, Wilson JT. Flurbiprofen in post-partum women: plasma and breast milk disposition. J Clin Pharmacol. 1989 Resumen
- Goldsmith DP. Neonatal rheumatic disorders. View of the pediatrician. Rheum Dis Clin North Am. 1989 Resumen
- Cox SR, Forbes KK. Excretion of flurbiprofen into breast milk. Pharmacotherapy. 1987 Resumen
- Needs CJ, Brooks PM. Antirheumatic medication during lactation. Br J Rheumatol. 1985 Resumen